terça-feira, 13 de novembro de 2012

Filosofia


E.E.Adventor Divino de Almeida
Campo Grande,13 de Novembro de 2012
Aluna:Ingrid Aparecida n°22
Professora:Vanja serie:2°A Matutino
Disciplina:Filosofia

Seminário de Filosofia

Capitulo 25 Liberalismo e democracia tópico 4 Hegel:a critica contra o contratualismo

Contratualismo

Os contratualistas partem da idéia que o Estado moderno precisa de um contrato social para criar o Direito Positivo. Na concepção dos contratualistas não existe a desconsideração do Direito Natural.

Os contratualistas apenas dizem que o Direito Natural não é suficiente para sustentar o Poder de Estado Moderno e portanto os Direitos Naturais de Grócio e Pufendorf devem ser transformados em um Direito Positivo moderno."

Contratualismo é uma classe abrangente de teorias que tentam explicar os caminhos que levam as pessoas a formar governos e manter a ordem social.

Hegel: a critica contra o contratualismo

Um filosofo alemão, acompanhou a ruptura da historia a derrocada do mundo feudal e o fortalecimento da ordem burguesa. A contradição dialética cuja resolução Hegel aponta como a tarefa da razão.

A critica de Hegel faz as concepções liberais que o antecederam, do qual resultou um novo conceito de historia o presente é retomado como resultado de longo e dramático processo.

 

Sociologia

E.E.Adventor Divino de Almeida
Campo Grande,13 de Novembro de 2012
Aluna:Ingrid Aparecida     n°22
Professora:Vanja               serie:2°A Matutino
Disciplina:Sociologia.

Seminario de Sociologia

Capitulo 11 O poder e o Estado Primeiro topico.

Émili Durkheim


Ao analisar a questão da política e do estado, Durkheim teve como referencia fundamental a sociedade francesa de seu tempo. Como sempre esteve preocupado com a coesão social, inseriu-a de forma clara na questão. Para ele, o estado é fundamental numa sociedade que fica cada dia maior e mais complexa, devendo estar acima das organizações comunitárias.

Durkheim dizia que o estado "concentrava e expressava a vida social”. Sua função seria eminentemente moral, pois ele deveria realizar e organizar o ideário do individuo e assegurar-lhe pleno desenvolvimento. E isso se faria por meio da educação publica voltada para uma formação moral sem fins conceituais ou religiosos. De acordo com o filosofo, o estado não é antagônico ao individuo. Foi o estado que emancipou o individuo do controle despótico e imediato dos grupos secundários, como a família, a igreja e as corporações profissionais, dando-lhe um espaço mais amplo para o desenvolvimento da sua liberdade.

Para Durkheim, na relação entre o estado e os indivíduos, é importante saber como os governantes se comunicam com os cidadãos, para que estes acompanhem as ações do governo. A intermediação deve ser feita por canais como os jornais e a educação cívica ou pelos órgãos secundários que estabelecem a ponte entre governantes e governados, principalmente os grupos profissionais organizados, que são base da representação política e da organização social.

Quando se refere aos sistemas eleitorais, Durkheim critica os aspectos numéricos do que se entende por democracia, Tomando como exemplo as eleições de 1893 na França, declara que havia no pais,naquele ano 38 milhões de habitantes.Tirando as mulheres,as crianças,os adolescentes,todos os que eram impedidos de votar por alguma razão,apenas 10 milhões eram eleitores.Desses 10 milhões,foram votar em torno de 7 milhões.Os deputados eleitos,ou seja,os vencedores das eleições,somam 4 592 000 de votos e os que não venceram tiveram 5 930 000 de votos,numero superior ao dos vencedores.

Conclui Durkheim: "se nos ativermos às condições as considerações numéricas, será preciso dizer que nunca houve democracia".